NOAA e NASA registram sétima maior área média do buraco de ozônio antártico
Segundo análise divulgada em 4 de novembro, o buraco de ozônio sobre a Antártida teve área média de cerca de 25 milhões de quilômetros quadrados entre 7 de setembro e 13 de outubro de 2026. Foi a sétima maior média sazonal em 48 anos de monitoramento.
Variação anual e recuperação de longo prazo
Os pesquisadores atribuem a extensão deste ano a condições meteorológicas que fortaleceram o vórtice polar. A NOAA e a NASA afirmam que a redução das substâncias destruidoras de ozônio continua favorecendo a recuperação da camada ao longo deste século, apesar da oscilação anual.
O que a medição representa
A análise se refere ao ozônio estratosférico, que ajuda a proteger a vida da radiação solar. A área média da temporada não equivale à extensão em um dia específico nem à concentração de ozônio ao nível do solo.
Síntese original com apoio de IA e conferência do comunicado primário da NOAA sobre a análise conjunta com a NASA. Sem reprodução de imagens ou texto integral; dados não reprocessados pelo Journal.
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